09
Set 11

Combustíveis também subiram em força nos hipers

Gasolina encareceu mais de três cêntimos e o gasóleo subiu mais de dois cêntimos nos postos junto aos hipers.

Jumbo, Pingo Doce, Leclerc e Ecomarché subiram em força os preços dos combustíveis esta semana, acompanhando as actualizações feitas pelas grandes gasolineiras.

Nos postos de combustível junto aos ‘hipers' o preço da gasolina aumentou mais de três cêntimos nos últimos dias, variando agora entre 1,496 e 1,522 euros. No mesmo sentido, o preço do gasóleo encareceu mais de dois cêntimos, ficando entre 1,295 e 1,316 euros.

Apesar destas subidas estes postos continuam a praticar preços inferiores em cerca de 10 cêntimos por litro aos das grandes gasolineiras, onde a gasolina é vendida a mais de 1,60 euros e o gasóleo está cotado acima de 1,40 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Jul 11

Combustíveis também sobem em força nos hipers

Os combustíveis também ficaram mais caros nos hipers que continuam, ainda assim, a praticar preços inferiores às grandes gasolineiras.

O Jumbo, por exemplo, actualizou o preço da gasolina em 3,7 cêntimos e o do gasóleo em 3,4 cêntimos durante esta semana para 1,517 e 1,315 euros, respectivamente.

No Pingo Doce o preço do gasóleo passou para 1,326 euros (mais 2,6 cêntimos) e o da gasolina encareceu para 1,536 euros (mais 3 cêntimos).

No mesmo sentido, Leclerc e Ecomarché aumentaram o custo do gasóleo em 2,5 cêntimos para 1,330 euros. A gasolina subiu quase três cêntimos para 1,53 euros.

Apesar destas actualizações estes postos continuam a oferecer preços inferiores em cerca de oito cêntimos o litro aos praticados pelas grandes gasolineiras, onde o preço da gasolina ronda os 1,60 euros e o do gasóleo 1,40 euros.

Na próxima semana, e a avaliar pelo comportamento dos mercados internacionais, os preços dos combustíveis em Portugal não devem sofrer alterações.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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19
Jul 11

Dicas para poupar na factura dos combustíveis

Pequenos gestos diários podem ajudá-lo a poupar alguns euros.

Para conseguir poupar dinheiro com os combustíveis, uma das formas mais vantajosas é recorrer aos postos de abastecimento que fornecem marcas brancas. Aí pode poupar mais de 12 euros para encher um depósito de 60 litros de combustível. Contudo, pode fazer muito mais para baixar sua a factura. O Diário Económico apresenta-lhe algumas estratégias para o conseguir.

PRIVILEGIE AS MARCAS BRANCAS
Apesar dos preços dos combustíveis estarem a níveis recorde, nem todas as marcas têm preços iguais. Procure os locais onde os preços são mais baixos. Por norma, os postos de marca branca praticam preços inferiores. Esta prospecção pode valer-lhe muitos euros de poupança. A análise feita pelo Diário Económico mostra que escolher a marca branca mais barata em vez da gasolineira mais cara permite poupar entre 12,78 e 12,6 euros num abastecimento de 60 litros de gasolina e gasóleo em Lisboa, por exemplo. Para ter acesso a esta informação nem precisa sair de casa. Basta visitar o site www.precoscombustiveis.dgge.pt.

EVITE ABASTECER NAS AUTO-ESTRADAS
Se necessitar de abastecer o depósito de combustível tenha o cuidado de não o fazer nas auto-estradas. Se for analisar os preços praticados na gasolina e no gasóleo, facilmente irá comprovar que no ‘ranking' de postos de abastecimento mais caros estão sempre os postos de abastecimento localizados ao longo das auto-estradas.

APROVEITE OS DESCONTOS DAS MARCAS
As petrolíferas fazem parcerias que permitem aos clientes a obtenção de descontos. A BP tem uma parceria com os supermercados Lidl. Por cada 20 euros em compras no supermercado, os clientes recebem um vale de desconto de até 0,06 euros/litro em abastecimentos iguais ou superiores a 20 litros. Já a Galp tem parcerias com o Modelo e Continente. Quem fizer compras nestes super e hipermercados no valor superior a 40 euros recebe um vale de desconto de cinco cêntimos por litro de combustível na Galp. A petrolífera também tem uma parceria com a Zon. Os portadores do cartão My Zon Card têm um desconto de 6 cênt./litro de combustível. Ao terceiro domingo de cada mês, se abastecer na Galp, a gasolineira dá-lhe um desconto de 6 cêntimos/litro de combustível. Também a Repsol tem diversas parcerias. Quem tiver o cartão Montepio Repsol tem direito a um desconto de seis cêntimos de euros por litro nesta marca.

PARTILHE O CARRO
Nas deslocações para o trabalho, uma forma de optimizar os gastos com combustível pode passar pela partilha do carro com outros colegas que morem na mesma zona. Além disso, já existem algumas plataformas na Internet de ‘car pooling' ou de ‘carsharing' para permitirem que várias pessoas partilhem o mesmo automóvel. Em sites como o www.carpool.com.pt/ é possível encontrar parceiros compatíveis com o seu trajecto e estabelecer um acordo de partilha. O mesmo espírito está presente na iniciativa Galpshare. Os interessados poderão aderir a esta ideia através do site www.energiapositiva.pt.

CONDUZA DE FORMA ESTÁVEL
Os especialistas dizem que uma condução estável, sem arranques bruscos e travagens a fundo pode resultar numa poupança de gasolina. Para tal aconselha-se que os condutores façam a transição para uma mudança superior o mais cedo possível. Manter uma velocidade constante ajuda também a gastar menos combustível.

MANUTENÇÃO EM DIA
Uma condição essencial para evitar que o consumo de combustível suba é ter a manutenção do carro em dia. Tenha em atenção se a direcção está alinhada ou não, se os filtros de ar estão sujos ou se os pneus estão com a pressão correcta. Segundo a Agência Internacional de Energia, os pneus com pressão inferior à recomendada levam a um aumento do consumo acrescido de combustível que pode ir até 4%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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13
Jul 11

Combustíveis de marcas brancas também sobem

As deslocações diárias dos portugueses estão cada vez mais caras.

Jumbo, Pingo Doce, Lidl e Ecomarché seguem a tendência dos mercados internacionais e acompanham as subidas efectuadas pelas quatro maiores petrolíferas a operar em Portugal.

Nos postos de combustível do Pingo Doce, o preço do litro da gasolina subiu em média 3,3 cêntimos enquanto o gasóleo aumentou 2,4 cêntimos.

Ecomarché e Jumbo subiram o preço da gasolina em 2,2 cêntimos. Já o gasóleo aumentou 1,2 e 1,7 cêntimos, respectivamente.

O Lidl também aumentou os preços, ainda que em menor escala. Aqui, o preço da gasolina encareceu 1,8 cêntimos, enquanto o gasóleo passou a custar mais 1,5 cêntimos que na semana passada.

Entre estas marcas, um litro de gasolina pode custar em média entre 1,479 e 1,506 euros. Já o gasóleo ronda os 1,281 e os 1,304 euros.

Galp, BP, Cepsa e Repsol procederam igualmente a um aumento dos preços dos combustíveis esta semana. O gasóleo subiu dois cêntimos em todas as petrolíferas enquanto a gasolina aumentou 3,5 cêntimos na Repsol, 3,1 cêntimos na Cepsa e três cêntimos na Galp e na BP.

Contas feitas e o preço do litro do gasóleo custa em média entre 1,394 euros na Galp e 1,399 nas restantes petrolíferas, enquanto a gasolina passou a valer 1,589 euros em todas as gasolineiras, à excepção da Repsol que cobra 1,594 euros por litro deste combustível.

Recorde-se que, na semana passada, as cotações do diesel no mercado europeu subiram 4,6%, enquanto as da gasolina dispararam 13,4%. Já o brent - que serve de referência para as importações portuguesas - subiu mais de 10%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Abr 11

Combustíveis inovadores

Chamam-lhes marca branca ou lowcost e, em tempo de crise, já são os preferidos de muitos portugueses, mas estes combustíveis mais baratos são exactamente iguais a todos os outros. A diferença é que não contêm aditivos.

"O combustível que é lowcost é um combustível que cumpre efectivamente todos os requisitos das normas europeias, e o consumidor normal tem de ficar satisfeito; o consumidor que gosta de tratar bem o seu carro quer um bocadinho mais porque sabe que vai ter ganhos a curto prazo, vai conseguir ter um carro e um motor bem tratado e que durante quatro ou cinco anos não vai ter problemas", garante Fernando Cavaco, responsável pelos combustíveis líquidos da Galp.

Poder dos Aditivos

Com o tempo, os combustíveis levam a que se depositem impurezas nos motores que provocam corrosão, aumentam os consumos e a emissão de gases poluentes. Os aditivos colocados nos combustíveis, e que ditam as marcas Premium das grandes gasolineiras, vão ajudar a evitar que isso aconteça.

"Só o facto de evitar a acumulação do resíduo, uma vez que o desempenho do combustível tem a ver com o próprio volume da câmara de combustão, ao termos a acumular resíduos dentro dessa câmara estamos a diminuir esse volume, ou seja, vamos ter menos volume para se dar a explosão e para tirarmos partido daquele combustível", explica o responsável pelos laboratórios da Galp, Luís Cabrita.

Nos laboratórios da Galp, na refinaria de Sines, além de se fazer o controlo de qualidade das gasolinas lowcost, fazem-se igualmente estudos para garantir a qualidade dos combustíveis melhorados. Estes testes garantem que o uso de aditivos mantém o motor mais limpo e a funcionar com toda a sua potência.

Evolução Tecnológica


A evolução tecnológica da indústria automóvel que constrói motores cada vez mais exigentes leva a uma maior aposta na investigação nesta área dos combustíveis. O centro de tecnologia da BP, na cidade alemã de Bochum, é mais um exemplo disso. Antes de lançar a nova fórmula Invigorate, que Portugal foi o primeiro país no mundo a disponibilizar, cientistas, engenheiros e mecânicos testaram e comprovaram o poder de limpeza e anti-oxidação deste aditivo.

Oliver Busch, engenheiro químico dos laboratórios da BP, explica que "o poder de limpeza desta fórmula deve-se a certos componentes que conseguem deslocar-se a variadas partes do motor para prevenir que se acumulem impurezas e até limpar impurezas já existentes de anteriores combustíveis. Consegue retirá-los por completo, e aoprevenir que se acumulem as impurezas tem um grande impacto na eficiência do motor".

Para provar a eficácia deste aditivo foi feito um teste no mesmo carro equipado com dois combustíveis distintos: um com a nova fórmula da BP e outro com gasolina normal. Com as mesmas condições de condução, temperatura e velocidade e depois de percorridos 10 mil quilómetros, os investigadores conseguiram comprovar a eficácia da nova fórmula.

Com um motor a trabalhar de forma mais eficiente diminuíram-se os consumos e consequentemente as emissões de gases poluentes. A gasolineira garante também que esta inovação não vai reflectir-se nos preços.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/
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28
Fev 11

Combustíveis de marca branca estão mais caros

Preço da gasolina sobe dois cêntimos. No gasóleo, o valor subiu um cêntimo

 

Os preços dos combustíveis voltaram esta segunda-feira a subir. A diferença de preço nota-se, para já, nas marcas brancas.

A gasolina está mais cara dois cêntimos por litro. No gasóleo o valor subiu um cêntimo, noticia a TVI.

Os preços praticados pelas gasolineiras têm por base as cotações de combustíveis na semana anterior, uma semana em que o barril de Brent chegou quase aos 120 dólares. 

A Galp, BP, Repsol e a Cepsa seguem a política de preços com base nas variações nos mercados internacionai. Por isso, também se deve esperar um aumento dos preços nestas bombas nos próximos dias.

Esta segunda-feira, cada barril de Brent custa 113 dólares.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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30
Jan 11

Deputados do PS pedem combustível low cost em todo o país

Um grupo de deputados socialistas defende que os combustíveis de baixo preço que actualmente se vendem apenas nas bombas de gasolina ligadas aos hipermercados e num posto da Galp em Setúbal passem a estar disponíveis também em postos de combustível independentes espalhados por todo o país. Mas as gasolineiras de bandeira insistem em não o fazer.

Por isso, os deputados querem que a Autoridade da Concorrência investigue se há limitações contratuais que impedem o acesso dos pequenos distribuidores (bombas de gasolina independentes das grandes marcas) aos combustíveis não aditivados ou pouco aditivados. Num documento com várias perguntas à Autoridade da Concorrência entregue na sexta-feira e a que o PÚBLICO teve acesso, os parlamentares questionam os efeitos que tem tido no mercado de combustíveis a introdução dos combustíveis pouco aditivados (conhecidos por low cost) e pretendem saber se a entidade reguladora conhece "alguma limitação legal ou contratual para que esse tipo de combustível não seja comercializado por todo o país e em todos os postos".

O documento, promovido pelo deputado Jorge Seguro Sanches, é apoiado por outros parlamentares, entre os quais se contam três membros da direcção - Mota Andrade, Duarte Cordeiro e Jorge Strecht - e nomes como Marcos Sá, Miguel Laranjeiro, João Galamba e Ricardo Gonçalves.

"A Anarec denunciou no Parlamento que não conseguia ter acesso a estes combustíveis mais baratos, e que são cada vez mais procurados pelos consumidores", diz Jorge Seguro Sanches, para quem "há sérias dúvidas de que o mercado esteja a funcionar de modo transparente". A diferença entre os combustíveis mais baratos e os topo de gama chega a ser de mais de 20 cêntimos por litro, o que num depósito de 65 litros são pelo menos 13 euros, lembra o deputado. 

As gasolineiras apenas vendem os combustíveis aditivados e superaditivados - "os caros e muito caros, não dando aos consumidores a opção mais económica e cada vez mais procurada". A que se soma o facto de, em Portugal, "o aparelho refinador estar, todo ele, nas mãos de uma única empresa, a Petrogal, que, por seu lado, tem interesses em toda a cadeia, quer na comercialização grossista, quer na comercialização retalhista, quer ainda na distribuição".

"Se existe alguma limitação contratual para que isto aconteça, não serão cláusulas abusivas?", questiona Seguro Sanches, que acredita haver "razões para que a Autoridade da Concorrência investigue" e se perceba se há problemas de distorção do mercado. Os deputados perguntam também se a entidade reguladora pondera propor a correcção do mercado, nomeadamente "no sentido de uma maior e mais económica oferta diversificada de combustíveis e que aumente a escolha dos consumidores".

O deputado lembra que o presidente da Galp afirmou na Assembleia da República que os postos junto à fronteira estarão "condenados a fechar", e diz que se estes combustíveis mais baratos fossem vendidos na raia seria uma forma de eliminar o efeito dos altos impostos que os tornam mais caros e fazem os consumidores irem abastecer o carro a Espanha.

fonte:http://economia.publico.pt/

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25
Jan 11

«Queremos ser um país só com marcas brancas e preços baixos?»

O presidente da Associação Portuguesa das Empresas Petrolíferas (Apetro) reconheceu esta terça-feira que, se a rede de postos de abastecimento de combustíveis dos supermercados está a crescer «é porque tem mérito» e que «o preço baixo é algo importante».

«Mas queremos ser um país só com marcas brancas e preços baixos? Eu não quero, e não é só nos combustíveis. Eu quero ter é capacidade de escolher», disse António Comprido, num debate sobre energia no Parlamento, promovido pelo PSD.

Também Manuel Sebastião, presidente da Autoridade da Concorrência (AdC) defende que a rede de gasolineiras deve ser olhada como um todo e que não se pode olhar apenas ao preço. «Há todo um serviço social prestado pelos postos e não se pode substituir a rede tradicional só por marcas brancas».

Os super e hipermercados já têm 167 gasolineiras em Portugal, revelam dados da Autoridade da Concorrência citados esta terça-feira pelo presidente da Apetro.

António Comprido revelou que o número de postos de abastecimento dos supermercados existentes no país cresceu até ao fim do primeiro semestre de 2010, depois de um ligeiro recuo em 2009.


Mas, mais importante do que o número de gasolineiras, os dados exibidos por António Comprido mostram que as empresas de distribuição estão a ganhar peso no mercado.

Na verdade, a quota destas gasolineiras associadas aos supermercados atingiu já, no mesmo mês de 2010, os 18%. Uma percentagem a que se somam mais 9%, uma fatia correspondente às gasolineiras independentes.

O Mercado continua a ser liderado pela Galp, com uma quota de 30 a 35% do mercado, seguida pela BP e Repsol, com quotas semelhantes, de 15 a 20%. Entre as grandes marcas, a Cepsa/Total é a mais pequena, com apenas 5 a 10% do mercado.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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24
Jan 11

Jumbo abre mais quatro postos de combustíveis low cost

Auchan vai abrir, este ano, mais quatro postos de abastecimento de combustível low cost em Portugal, segundo avança o Diário Económico.
O jumbo tem já 20 postos de abastecimento, com uma quota de mercado de 7%. 
"O posto Jumbo já é visto como o mais barato da zona, conquistámos a notoriedade da marca", defende o director da área de negócio das gasolineiras da Auchan, Miguel Costa, em entrevista ao Diário Económico.
Dois dos novos postos serão instalados no Algarve, uma zona onde ainda não está presente com gasolineiras.
Para ter a gasolina e o gasóleo 10 a 12 cêntimos mais barata que as outras petrolíferas, Miguel Costa explica que não há a figura de concessionário, que ganhe uma margem sobre as vendas, e não são necessários muitos funcionários, tendo em conta que não têm posto de venda de tabaco ou revistas como acontece noutros casos.

fonte:http://www.ionline.pt/

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19
Jan 11

Combustíveis: marcas brancas fazem bem à carteira. E ao carro?

Especialistas admitem que combustíveis de marca melhoram rendimento, mas garantem que as outras não fazem mal aos motores

 

Com o preço dos combustíveis a bater recordes aumentam as filas nas chamadas marcas brancas. E com esse afluxo regressa a velha pergunta sobre a qualidade do combustível vendido nesses locais.

O sítio onde se enche o depósito pode fazer a diferença, pelo menos na carteira. Pode-se poupar até 12 cêntimos por litro, ou seja, atestar um depósito de 50 litros fica cerca de seis euros mais barato.


Quanto a diferenças para o motor dos carros, as opiniões variam. Mas parece haver consenso que a diferença está nos aditivos, que melhoram o rendimento do motor. Mas a falta deles, ou pelos menos de alguns deles, não prejudicam em nada a mecânica do veículo.



Ou seja, as marcas de referência são melhores, mas as brancas não prejudicam o motor do carro e compensam, e muito. Que o digam os portugueses que todas as semanas procuram estas gasolineiras. De tal forma que a quota de mercado das grandes superfícies comerciais já ronda os 20%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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