26
Jan 15

Impostos agravaram combustíveis em quase 5 cêntimos no novo ano

Os combustíveis aumentaram quase cinco cêntimos a partir de 1 de Janeiro, por via da fiscalidade e da incorporação de biocombustíveis, segundo as contas da Entidade Nacional do Mercado de Combustíveis (ENMC).

As contas definitivas do aumento dos combustíveis em 2015, realizadas pelo organismo público que diariamente publica os preços de referência, revelam um acréscimo de 4,63 cêntimos por litro de gasóleo e de 4,99 cêntimos por litro de gasolina, resultante do agravamento da contribuição de serviço rodoviário, previsto no Orçamento do Estado, da taxa de carbono, contemplada na reforma da Fiscalidade Verde, e ainda da incorporação de biocombustíveis.

A evolução do preço dos combustíveis em 2015 motivou uma discussão acesa entre as petrolíferas e o Governo, com as contas dos dois lados a divergir no que se refere ao valor relativo ao aumento da incorporação de biocombustíveis.

As contas da Galp apontavam um aumento de cinco cêntimos por litro no gasóleo e de 6,5 cêntimos na gasolina no próximo ano, valores que o Governo veio, por várias vezes, rejeitar, o que levou a Apetro - Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas a refazer as contas e a corroborar uma subida de cinco e 6,5 cêntimos no gasóleo e na gasolina, respectivamente.

Segundo as contas da ENMC, a nova taxa de carbono foi responsável por um aumento do preço em 1,156 e 1,260 cêntimos por litro, para gasolina e gasóleo, enquanto a contribuição do serviço rodoviário aumentou dois cêntimos por litro (excluindo IVA).

Já a nova meta de incorporação de biocombustível encareceu em 0,9 cêntimos por litro, sem IVA, o preço de gasolina, e 0,5 cêntimos por litro, sem IVA, o do gasóleo.

"O diferente impacto da incorporação de biocombustível na gasolina e gasóleo deve-se aos volumes e preços do biocombustível a utilizar", explica o organismo liderado por Paulo Carmona.

Mais gasóleo, menos gasolina
O consumo de gasóleo em Portugal disparou 10% em Dezembro de 2014 em relação ao mesmo período do ano anterior, para 430 mil toneladas, o consumo mensal mais elevado dos últimos três anos.

De acordo com os dados da ENMC, o consumo de gasóleo superou as 430 mil toneladas em Dezembro, o valor mais alto desde 2012, o que coincidiu com a descida do preço dos combustíveis e antecedeu o aumento da carga fiscal que entrou em vigor a 1 de Janeiro.

Também o consumo de gasolina aumentou 3,8% em Dezembro face ao período homólogo, mas ao longo de 2014 o consumo continuou em queda, com uma descida de 1,5% em relação ao ano anterior.

Em contrapartida, as vendas de gasóleo fecharam 2014 em alta face ao ano anterior, com um acréscimo de 1%, para 4,6 milhões de toneladas, valor ainda assim inferior ao registado em 2012.

Apesar deste agravamento dos preços por via da fiscalidade e da incorporação de biocombustíveis, o preço dos combustíveis está em queda desde meados de 2014, acompanhando a evolução das cotações dos produtos petrolíferos nos mercados internacionais, que recuou para os valores de 2009.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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25
Dez 14

Pingo Doce baixa preço do gasóleo para menos de um euro

O Jumbo de Santo Tirso foi o primeiro no país a vender o litro do gasóleo abaixo da fasquia de um euro, como forma de celebrar a inauguração do posto. Na véspera de Natal, o Pingo Doce "respondeu" com uma descida do valor de venda nos seus postos para 99 cêntimos.

Está a aumentar o número de postos de abastecimento que vendem gasóleo por um valor inferior a um euro. Depois do Jumbo de Santo Tirso ter dado o mote, na véspera de Natal o Pingo Doce reviu em baixa o preço de venda ao público nos seus postos para 99 cêntimos. Nas gasolineiras de referência, o litro do "diesel" está a custar 1,194 euros.

 

De acordo com o site da Direcção-Geral de Energia e Geologia, o Pingo Doce passou a ter os postos mais baratos do país no que respeita ao gasóleo. O preço por litro do "diesel", que estava em torno dos 1,05 euros, foi revisto pela cadeia de supermercados esta quarta-feira para apenas 99 cêntimos.

 

O Pingo Doce "responde", assim, aos 99 cêntimos praticados pelo posto do Jumbo em Santo Tirso, no Grande Porto. Na segunda-feira, enquanto a generalidade dos postos baixaram os preços em três cêntimos, tanto no gasóleo como na gasolina, o Jumbo desceu o valor do "diesel" em cinco cêntimos no âmbito de uma "campanha de abertura da gasolineira".

 

Este preço praticado pelo Pingo Doce representa um desconto de mais de 20 cêntimos face aos valores das gasolineiras de referência. O valor de venda do "diesel" nos postos das empresas do sector petrolífero baixou esta semana para 1,194 euros, dos anteriores 1,224 euros, já o litro de gasolina recuou para 1,359 de 1,389 euros.

 

A redução verificada nos preços dos combustíveis esta semana é mais uma numa série de descidas nos valores de venda ao público. Desde meados de Novembro, perante a queda acentuada das cotações da matéria-prima de base nos mercados, tanto a gasolina como o gasóleo têm vindo a recuar vários cêntimos por litro a cada actualização.

 

A queda tem sido mais expressiva no caso da gasolina que só neste período cai mais de 30% nos mercados internacionais. Uma desvalorização que se traduz, contando já com a redução realizadas esta semana, em cerca de 17 cêntimos a menos por cada litro de gasolina, ascendendo a 15 cêntimos de poupança para os consumidores no caso do gasóleo. No acumulado do ano, a queda na gasolina é de 23 cêntimos, sendo maior no "diesel": 25 cêntimos por litro. 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

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23
Dez 14

Já há um posto com gasóleo abaixo de um euro. Saiba qual

Se vive em Santo Tirso e tem um carro a gasóleo, está no grupo de portugueses que mais podem beneficiar com a descida do preço dos combustíveis esta semana. Segundo a lista actualizada hoje pela Direcção-Geral de Energia e Geologia, o único posto de combustível low-cost que vende aquele combustível abaixo de um euro está no Jumbo de Santo Tirso.

A cotação do petróleo caiu de forma abrupta nos últimos meses e esta descida está a reflectir-se também nos preços dos combustíveis. Há cinco semanas que a gasolina está a ficar mais barata e chegou agora a níveis de Dezembro de 2009.

Depois do Jumbo de Santo Tirso, os postos mais baratos são supermercados em Santa Maria da Feira, Carregado, Alverca e Aveiro – estão a vender cada litro por 1,049 euros.

Este alívio poderá ser invertido no início do ano , já que entram em vigor a reforma da fiscalidade verde, que trará novos impostos e taxas. Prevê-se uma subida de 5,5 cêntimos na gasolina e de 5 cêntimos no gasóleo.

fonte:http://sol.pt/

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Consumo de combustíveis sobe 0,7% até Novembro impulsionado por vendas de gasóleo

O consumo de gasóleo aumentou 1,3% até Novembro face ao período homólogo do ano anterior, sendo responsável pela tendência de subida ligeira das vendas de combustíveis ao longo de 2014, que foi de 0,7% nos primeiros onze meses deste ano.

De acordo com a Entidade Nacional do Mercado de Combustíveis (ENMC), o consumo de gasóleo ultrapassou 5,1 milhões de toneladas até Novembro, o que representou um acréscimo de 1,3% em relação ao mesmo período de 2013, ano em que o consumo de gasolinas recuou 3,3% e o de gasóleo caiu 2,3%. 

Já o consumo de gasolina mantém a tendência de queda, com uma redução de 2,1%, para cerca de 982 mil toneladas.

O aumento acontece num ano de quebra de preços. Ao longo dos últimos meses, o preço dos combustíveis tem vindo a baixar, pressionado pela queda do preço do petróleo, que atingiu no início deste mês o valor mais baixo dos últimos cinco anos.

fonte:http://www.publico.pt/

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21
Dez 14

Gasóleo pode ficar abaixo de 1 euro este ano. Mas só por 1 semana

O litro de gasóleo já custa um euro e poucos cêntimos nas bombas dos hipermercados e se os preços voltarem a descer na semana do ano novo, na segunda-feira 28 de dezembro, pode mesmo passar a custar menos de um euro, o que já não acontecia desde o final de julho de 2009, e em todas bombas do país, segundo as estatísticas da Direcção Geral de Energia.

Os preços nos hipers só não descem a fasquia do euro já amanhã porque os três a quatro cêntimos que estão previstos baixar não são suficientes. Por pouco.

As contas são simples. Segundo os dados de ontem da DGEG, o gasóleo mais barato custava 1,049 cêntimos/litro no Jumbo de Santo Tirso. Menos os quatro cêntimos que descem amanhã, só chega a 1,009 euros/litro. Mas basta descer um cêntimo na semana seguinte para ficar a menos de euro.

Há depois outros hipermercados onde o gasóleo custa 1,053 ou 1,070 euros por litro e, nesse caso, era preciso que na semana do ano novo os preços recuassem mais de um cêntimo. Mas não é difícil, dado o cenário de descidas das últimas cinco semanas consecutivas.

O problema é que mesmo que o gasóleo desça a fasquia do euro a 28 de dezembro, esse preço só se manterá durante essa semana, poque no início de janeiro aumentam os impostos associados aos combustíveis por via do Orçamento do Estado e da fiscalidade verde.

Segundo as contas das gasolineiras e do Governo, o impacto desse aumento será de quatro cêntimos por litro no gasóleo. Destes, 1,5 cêntimos surge por via da nova taxa de carbono criada pela reforma da fiscalidade verde e 2,46 euros pela subida da Contribuição de Serviço Rodoviário. Ou seja, anula as descidas que existam nas duas semanas anteriores.

É precisamente por causa dos impostos que o especialista em energia e atual presidente da Endesa em Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, diz que os combustíveis dificilmente vão baixar a fasquia do euro. Ou baixam agora na última semana do ano - e apenas por uns dias - segundo as contas do Dinheiro Vivo. Ou então "porque as bombas dos hipers decidem fazer uma ação de marketing", comenta Ribeiro da Silva.

Aliás, é mais ou menos isso que se passa em Espanha, onde os hipers já vendem o gasóleo a 0,99 cêntimos. Preferem esmagar as margens ao máximo e ganhar menos por litro, mas vender mais litros. Há mesmo um, em Saragoça, onde custa 0,94 cêntimos. Mas não vale a pena correr, porque segundo a informação avançada pelo El Mundo, a maior parte dessas bombas são todas para lá de Madrid, ou seja, muito longe da fronteira portuguesa.

Segundo Ribeiro da Silva, estes preços são possíveis em Espanha porque a carga fiscal é muito menor e, "como os preços ainda vão corrigir mais, é possível que até os postos normais cheguem a ter o gasóleo a um euro ou menos". Mas em Portugal não. "Temos impostos superiores a Espanha e à média europeia e eles são aplicados tanto no combustível low cost como no high cost", diz.

Preços normais perto dos low cost

Em Portugal há 238 bombas low cost e nos hipermercados (313 conando com a Prio), que têm já mais de 30% do mercado.

Mas a maioria são postos normais, com preços mais altos, como se vê nas bombas das principais marcas (Galp, BP e Repsol), onde o gasóleo custa em média 1,22 euros e a gasolina 1,38 euros.

Ora, com a descida de três a quatro cêntimos de amanhã, estes preços aproximam-se dos low cost. O gasóleo ficará a 1,18 euros e a gasolina a 1,34, enquanto nos hipers o gasóleo custará um euro/litro e a gasolina 1,16 euros/litro.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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20
Dez 14

Combustíveis terão nova descida de preço na segunda-feira, avança Tv

O preço dos combustíveis vai voltar a descer nas áreas de serviço na próxima semana, estimando-se uma descida de três cêntimos por litro (na gasolna e no gasóleo), avançou a TVI24.

A confirmar-se, será a quinta descida consecutiva do prçeo dos combustíveis, que tem acompanhado a tendência de queda dos preços do barril de brent, que serve de referência às importações nacionais e que está a ser negociado aos valores mais baixos dos últimos cinco anos nos meracdos internacionais.
 
Segundo a mesma fonte, certo é que no início do próximo ano haverá um aumento devido ao reforço da carga fiscal nos combustíveis, ou seja, da fiscalidade verde. 

fonte:http://dinheirodigital.sapo.pt/n

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14
Dez 14

Encher o depósito vai ser 10 euros mais barato face ao início do ano

A partir de segunda-feira, o preço do litro do gasóleo vai baixar três cêntimos, enquanto o custo da gasolina recua quatro cêntimos.

A desvalorização dos preços do petróleo nos mercados internacionais está a ter um impacto positivo no bolso dos portugueses, sendo que quem abastecer o carro de combustível na próxima semana volta a pagar menos. Fontes do sector confirmaram ao Diário Económico que a partir de segunda-feira o gasóleo vai ficar três cêntimos mais barato, por litro, enquanto o preço da gasolina desce quatro cêntimos.

O preço do gasóleo desce assim pela quinta semana consecutiva, enquanto no caso da gasolina se trata da quarta semana seguida em que os preços aliviam, em ambos os casos para mínimos de 2010. Tendo em conta os preços de hoje para os combustíveis, o gasóleo vai passar a custar 1,158 euros, por litro, enquanto a gasolina desce para 1,346 euros por litro. Na prática, quem encher o depósito com 50 litros de gasóleo vai assim conseguir poupar 11,2 euros face ao que pagava no início deste ano. No caso da gasolina, a poupança é de 10,25 euros. A tendência de queda que se observa nos preços dos combustíveis ao longo deste ano, já é a mais acentuada desde 2008 para os dois tipos de combustível.

De salientar que os preços do petróleo estão a negociar hoje em novos mínimos de cinco anos e meio, numa altura em que parece estar instalada a guerra pela conquista de quota de mercado no mercado. O barril de crude transacciona na casa dos 58 dólares nos Estados Unidos, enquanto o brent negoceia em Londres ligeiramente acima dos 62 dólares por barril.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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Governo quer alterar “regras do jogo” nos combustíveis em favor do “interesse público”

O Governo quer alterar as “regras do jogo” no sector dos combustíveis, através de mudanças nas leis de bases do petróleo para colmatar “falhas” na regulação do sector que têm contribuído para que os resultados até aqui não sejam satisfatórios para o interesse público.

A garantia foi deixada pelo secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, numa entrevista conjunta à TSF e ao Dinheiro Vivo. O governante considera que “existem falhas no mercado” que mostram que o sector “não pode simplesmente ser deixado a ele próprio”. Falhas que “obrigam a um trabalho de vigilância e de melhoria permanente”, diz.

Porém, o secretário de Estado pouco adianta sobre as mudanças que pretende implementar. Revela apenas que estas estão relacionadas com “aspectos logísticos ao longo da cadeia de valor que vão desde os portos aos locais de armazenamento e aos oleodutos” e visam “facilitar a vida aos operadores que querem fornecer combustíveis”. O secretário de Estado quer evitar que estes dependam de “outros operadores que têm grandes quotas de mercado em Portugal”.

Para Artur Trindade, “este mercado tem mais problemas sectoriais estruturais relacionados com concorrência e com a estrutura de mercado, com as características especificas deste produto e com a importância deste produto”.

Há muito que a Entidade Nacional do Mercado dos Combustíveis, que regula o mercado, pede alterações à lei de 2006. O responsável diz ainda estar disponível para mudar a metodologia que serve de cálculo aos preços de referência dos combustíveis. Actualmente, estes preços não têm em conta os custos do transporte ou a venda a retalho.

Neste ponto, Artur Trindade salienta ainda que “há diferenças regionais que não têm uma justificação em termos de logística”, apontando como exemplos a “região de Aveiro [que] apresenta os preços mais baixos” e "a região de Setúbal que está muito perto de Lisboa e tem preços muito altos".

Nesta entrevista, o secretário de Estado aproveita também para reafirmar que a Galp e a REN terão mesmo de pagar a dívida que acumulam no âmbito da taxa extraordinária aplicada ao sector da energia. As empresas contestaram legalmente o pagamento da contribuição extraordinária tendo o Governo já ameaçado com uma execução fiscal para resolver o diferendo. Cerca de um terço da receita com esta taxa serve para financiar a dívida tarifária da electricidade que acumula já cerca de cinco mil milhões de euros.

“Neste caso, o Governo aplica o estrito cumprimento da lei. São matérias de acção da Autoridade Tributária, tuteladas pelo Ministério da Finanças, que tem mecanismos próprios para actuar nos casos de incumprimento fiscal. É isso que irá fazer até conseguir que os contribuintes em causa cumpram com as suas obrigações fiscais. O Governo não tem nenhuma razão para crer que este imposto não venha a ser pago”, afirma Artur Trindade.

 

fonte:http://www.publico.pt/e

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08
Dez 14

Portugal foi o mercado onde o gasóleo mais desceu este ano

O Natal chegou mais cedo para quem anda de carro. A queda da cotação do petróleo intensificou-se de tal forma nas últimas semanas que os preços dos combustíveis atingiram o nível mais baixo dos últimos quatro anos, com tendência para descerem ainda mais. Os países produtores de petróleo estão em pânico, mas a Europa respira de alívio. E Portugal não é excepção: foi o país europeu onde o valor do gasóleo mais desceu este ano.

Foi em meados de Junho que algo no mundo mudou. O preço do petróleo começou a cair de forma abrupta depois de atingir um pico de 115 dólares por barril, no caso do brent - o tipo de petróleo usado como referência na Europa.

Esta semana, tem estado em torno de 70 dólares - uma descida de quase 40% em seis meses.

As explicações mais comuns são duas. Por um lado, há menos procura por parte de grandes potências como a Alemanha, o Japão ou a China, que estão em abrandamento. Com menos actividade económica, há menos procura por petróleo. Por outro, os grandes investimentos que os Estados Unidos fizeram no gás de xisto diminuiu a dependência do petróleo. Com estes dois factores conjugados, o preço do petróleo tem vindo a cair. Em termos globais, está a haver uma transferência maciça de riqueza dos produtores para os importadores, beneficiando países como Portugal.

Menos 10 euros para atestar

Numa economia aberta e deficitária em produtos petrolíferos, a descida do petróleo é o equivalente a uma redução generalizada de impostos para empresas e famílias. “Se a descida de preços continuar, trata-se de um contra-choque do petróleo, o que ajuda economias importadoras de petróleo como a nossa. Tal como perdemos nos choques, ganhamos nos contra-choques”, explica ao SOL o economista João César das Neves.

Os combustíveis têm também descido. Em termos médios mensais, os preços recuaram 11% na gasolina e 8% no gasóleo. E, ao contrário do que muitas vezes é a opinião generalizada, a queda de preços foi mais acentuada do que na maioria dos países europeus, segundo dados da Direcção-Geral de Energia da Comissão Europeia.
No gasóleo, com dados até Novembro, não há qualquer país em que os preços tenham descido mais do que em Portugal. Na Gasolina, apenas a Bulgária e a Bélgica tiveram reduções mais acentuadas.

Para o secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO) e antigo presidente da BP em Portugal, António Comprido, esta redução mais acentuada deve-se ao “esmagamento das margens de comercialização” por parte das gasolineiras. E só não está a ser maior porque a componente dos impostos tem sido agravada.

Para a carteira das famílias que utilizam o carro com mais frequência, o impacto pode ser equivalente ao que haveria com a redução da sobretaxa de IRS que chegou a ser ponderada para 2015. Para atestar com gasóleo um depósito de 50 litros, um condutor gasta hoje menos dez euros do que no início do ano.

 

fonte:http://sol.pt/

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06
Dez 14

Combustíveis voltam a descer na próxima semana

Durante a próxima semana os preços dos combustíveis vão registar uma descida significativa de mais de quatro cêntimos para a gasolina e dois e meio para o gasóleo.

Segundo a Renascença apurou junto de fonte do sector, esta descida acontece na sequência da desvalorização do petróleo nos mercados internacionais, para mínimos de quase cinco anos. 

Entretanto, o Parlamento aprovou esta sexta-feira a lei que obriga todos os postos a comercializar combustível “low-cost”.

“A medida vai no sentido do aumento da concorrência e nesse sentido é uma medida que achamos que não resolve todos os problemas mas pode colocar preços mais baixos nos combustíveis e isso é que os consumidores querem”, diz à Renascença Jorge Morgado.

O secretário-geral da Deco sugere ainda que haja fiscalização em relação à implementação para “saber como o sector se comportou no cumprimento desta lei”.

Esta iniciativa legislativa não impede, no entanto, a venda exclusiva de combustível simples, nos postos que já têm esta oferta.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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